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Sitio Roberto Burle Marx. Río de Janeiro – Brasil (2)

Paisajismo, Sitio Roberto Burle Max, Rio de Janeiro, Brasil

http://faumca.files.wordpress.com/2008/11/sitio-burle-mark.pdf

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Sitio Roberto Burle Max. Rio de Janeiro – Brasil (1)

11- Sítio Roberto Burle Marx

Endereço: Estrada da Barra de Guaratiba, 2019 – Barra de Guaratiba – CEP 23020-240 Rio de Janeiro-RJ
Tel./ Fax: (021) 410-1412 / 410-1171

História

Em 1949, Roberto Burle Marx adquiriu a propriedade junto com seu irmão Siegfried. Naquela época, o sítio denominava-se Sítio Santo Antônio da Bica e possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela (século XVII) dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. Em 1973  mudou-se definitivamente de Laranjeiras (um bairro próximo ao centro da cidade do Rio de Janeiro) para o Sítio.

Em 11 de março de 1985, doou o Sítio ao Governo Brasileiro e aí viveu até sua morte em 4 de junho de 1994. Com a doação, Burle Marx pretendia garantir seu desejo de manter a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral. Pretendeu ainda deixar para as gerações futuras não apenas o inestimável jardim botânico que criou, mas também as coleções adquiridas ao longo de sua vida, com objetos de arte e artesanato – “objetos de emoções poéticas”. Estes incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil).

Ripados / Jardins

Numa área estimada em 600.000m2, Burle Marx conseguiu reunir uma das mais importantes coleções de plantas tropicais e semi-tropicais do mundo. Ao lado dos jardins, ao ar livre, esta magnífica coleção apresenta aos visitantes mais de 3.500 espécies de plantas, entre as quais se encontram indivíduos extraordinários e únicos das seguintes famílias : Araceae, Bromeliaceae, Cycadaceae, Heliconiaceae, Marantaceae, Palmae e Velloziaceae.

Atividades Científicas

Em seu Conselho Consultivo, o Sítio possui alguns dos mais importantes botânicos brasileiros, todos muito amigos de Burle Marx, e ajudando a instituição com seu conhecimento científico. Ao mesmo tempo, estudantes universitários são supervisionados por seus professores nas tarefas de identificação e produção de exsicatas para o herbário do Sítio.
A pesquisa é apoiada por instalações modernas, como um laboratório bem equipado e a própria biblioteca de Burle Marx, com cerca de 3.000 títulos. Cursos e encontros são realizados em um auditório de 60 lugares e duas salas de aula.

Atividades Culturais

Espera-se em breve abrir uma nova atração: a Casa de Burle Marx. A Fundação Vitae está apoiando financeiramente este projeto, que tem por objetivo a abertura da casa à visitação. Será instalado um novo sistema de segurança, de modo a proteger e tornar disponível, ao mesmo tempo, as coleções de arte aos visitantes.

Durante todo o ano, o Sïtio é visitado por muitas escolas (desde jardins de infância até universidades). Para que essas visitas tenham o máximo de aproveitamento, o Sítio treina previamente os professores, para que estes preparem seus estudantes antes da visita.

Com o apoio da Sociedade de Amigos de Roberto Burle Marx, são realizados vários concertos musicais no prédio do Ateliê, onde grupos de até 100 pessoas podem desfrutar de um ótimo exemplo de arquitetura moderna e antiga.

No dia 13 de junho, Dia de Santo Antônio, a comunidade de Guaratiba reúne-se para uma procissão religiosa, que se forma no portão de entrada do Sítio e sobe o morro, andando por sua rua principal, até a Capela. Aí então reza-se uma missa e, ao final, as crianças fazem a coroação de Santo Antônio. Durante o resto do ano, aos domingos, a Capela é também usada pelos habitantes dos arredores, como já faziam seus ancestrais nos últimos 300 anos.

Visitas Guiadas

As visitas devem ser marcadas com antecedência. Favor ligar no horário das 9 h da manhã até às 4 h da tarde para agendá-las.
Realizadas diariamente (inclusive sábados, domingos e feriados) em dois horários : 9.30 h e 13.30 h.
Duração da visita: entre 1h30m a 2h.
O atendimento pode ser individual ou a grupos formados por até 35 pessoas, dependendo da agenda.

Como chegar ao Sítio

1- Ônibus da linha 387 (MARAMBAIA-PASSEIO). Saindo do centro da cidade, passa em frente do portão de entrada do Sïtio.
2- Ônibus com ar condicionado (FRESCÃO) – linha SANTA CRUZ (Via Barra) ou linha CAMPO GRANDE (Via Barra). Estes o levarão bem perto do Sítio. Após cruzar a serrinha da Grota Funda, salte no Posto de Gasolina Ipiranga e peça orientações.

http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=12825&sigla=Institucional&retorno=detalheInstitucional

Leer más en el sitio: http://sitioburlemarx.blogspot.com/

Forum social temático 2012. Porto Alegre – Brasil (2)

ECONOMIA › LA MARCHA MULTICOLOR QUE ABRIO EL FORUM SOCIAL

La botica de la reforma agraria

La multitudinaria y variada manifestación partió del viejo mercado, justo frente al negocio de los “asentados” agrarios, la misma tienda que ayer visitó Graziano como símbolo de su política en la FAO. Columnas y consignas para todos los gustos.

Por Martín Granovsky

Desde Porto Alegre

Un cartel dice: “Chicos viviendo en la basura, nunca más”. Y al lado un grupo corea: “Diosre/cicla/Eldiabloin/cinera”. Es parte de la manifestación que

inaugura la presencia popular en las calles de Porto Alegre del Forum Social Temático. La marcha partió del viejo mercado de la Plaza Parobé, justo frente al negocio que la cooperativa de asentados del Estado de Rio Grande do Sul tiene para vender semillas, quinoa o arroz orgánico. El mismo negocio que visitó ayer, como símbolo de su política en la FAO, el director general José Graziano (ver aparte).

Al lado de la Loja da Reforma Agraria (“loja” es negocio en portugués) está la Lotería Gaúcha. Atienden vendedoras y vendedores con remeras rojas y la cara de Ernesto Guevara.

Emerson José Giacomelli, de 39 años, explica a este diario que el negocio vende los productos de la Cooperativa Central de los Asentados de Rio Grande do Sul. Pero “asentados” no significa lo mismo que puede entenderse con un primer golpe de comprensión.

“Primero es la acampada de nuestros campesinos, cuando llegan a una tierra”, dice Giacomelli. “Cuando se asientan es porque fueron consiguiendo la posesión”, cuenta, que igual que en la Argentina depende en buena medida de la cantidad de trabajo invertido a lo largo del tiempo en una tierra.

Los primeros asentamientos en Rio Grande do Sul, un estado de siete millones de habitantes, datan de 1979. Se profundizaron en los últimos años de la dictadura y en la vuelta a la democracia, en 1985.

La Cooperativa Central está vinculada con el poderoso Movimiento de los Sin Tierra, que lidera Joao Pedro Stedile.

La loja es pequeña, ordenada. De un lado asoma a la plaza y del otro a los pasillos del mercado, dominados por pescaderías de salmones y bacalaos. “Este es un espacio de articulación para que comercien sus productos 13 mil familias”, explica Giacomelli, que también tiene su remera roja, pero sin el Che a la vista. Producen arroz, granos como soja y trigo, lácteos. Tratan de especializarse en productos orgánicos. Algunas trabajan en forma mecanizada. Otros, de manera manual. Giacomelli sonríe cuando presenta la obviedad más interesante del negocio: “No está nada mal que tengamos esta loja en el mercado, que es uno de los orgullos históricos de Porto Alegre, que visitan compradores y turistas de Brasi y de todo el mundo, que se ve desde la plaza con facilidad”.

¿Qué pasó con los asentamientos durante los gobiernos de Lula y Dilma? Giacomelli indica que las relaciones son buenas, pero que bajó la cantidad de asentamientos. Lo atribuye a problemas de localización, a falta de infraestructura y a la demora en otorgar créditos. También a que a veces más que las tasas eventualmente altas lo que ahuyenta a los campesinos tomadores de crédito es la cantidad de condiciones formales para acceder a un préstamo. La infraestructura dificulta los asentamientos si, por ejemplo, la ciudad más cercana que será el destino de comercialización queda a 70 u 80 kilómetros.

Allí, a metros de la yerba matecológica Ecobio y de la quinoa roja, se concentraron miles de los participantes del Forum Social Temático.

Estaban los de “Dios recicla y el Diablo incinera”. Los que tocaban batucada en plena calle Borges de Medeiros, un señor que para quien hizo la placa fue “un gran político riograndense y propagandista de la república”.

Una bandera amarilla decía: “Basta de guerra a los pobres”.

La gente se abanicaba ante la sensación térmica de 40 grados y la humedad intolerable. Se abanicaba alguna vieja de las pocas que integraban la marcha, mayoritariamente joven, y se abanicaban los lustrabotas, bajo el bochorno a pesar las sombrillas sponsoreadas.

Pasó la columna de “Pelota en la red y buenos tratos”, con su bandera levantada por chicos.

Al lado del vendedor de agua a dos reales, bien heladita, desfilaron las camisas naranjas de la accesibilidad.

Un grupo proponía, directamente, “salvar al planeta, no al capitalismo”. Una chica distribuía un volante de Crítica radical, que proponía la emancipación humana.

Caminaron los que hacen la campaña para que se aprueba la ley de economía solidaria. Los de Greenpeace al lado de los socialistas. Y un poco después quienes andaban detrás de unos carteles que decían “Nuances” (matices) y propugnaban la “libre expresión sexual”.

También libertad, pero relacionada con la despenalización del consumo, pedía el cartel con el lema: “Legalize marijuana”. Y otro, que con un dibujo decía, con olor a Manu Chao: “Liberdade de expressao, bixo verde”.

Pocos negros y mulatos en general. Tal vez por eso un negro viejo y canoso sostenía la punta de una bandera amarilla: “Movimiento de lucha por la reparación para el pueblo negro e indígena por la esclavitud genocida”.

A las seis de la tarde tronó Porto Alegre. La marcha ya se había desplegado antes de la lluvia y la cola quedaba justo en la esquina de la Rua Riachuelo.

martin.granovsky@gmail.com

http://www.pagina12.com.ar/diario/economia/2-186213-2012-01-25.html

Forum Social Temático 2012. Porto Alegre – Brasil (1)

 ECONOMIA › REPORTAJE A JOSE GRAZIANO, DIRECTOR DE LA FAO Y LA FIGURA QUE ABRIO EL FORO DE PORTO ALEGRE

Los mercados financieros contaminaron el comercio de materias primas

En la apertura del Forum Social Temático, Graziano proclamó el compromiso de la FAO con cooperativistas y pequeños productores para acabar con el hambre. Página/12 lo entrevistó y el ex ministro de Lula explicó las claves de su promesa.

 Por Martín Granovsky

Desde Porto Alegre

Un actual funcionario de Naciones Unidas que en 2002 diseñó el Plan Hambre Cero de Lula y en 2003 integró su gobierno a cargo de un Ministerio Extraordinario de Seguridad Alimentaria y Combate al Hambre, José Graziano, 62 años, nacido en los Estados Unidos de padres brasileños de origen calabrés, se convirtió ayer en la figura fuerte de la apertura del Foro Social Temático de Porto Alegre que hasta el domingo discutirá sobre “Crisis capitalista, justicia social y ambiental”.

Desde el 1º de enero y con mandato hasta 2015, Graziano es director general de la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura, FAO por su sigla en inglés, un puesto al que llegó promovido por Lula y Brasil y apoyado por una campaña de otros países, entre ellos la Argentina.

Ayer dijo a los participantes del Foro que la FAO debe comprometerse a combatir el hambre en el mundo ayudando a las cooperativas. Y a la tarde, en una entrevista exclusiva con Página/12 celebrada en el bar Santa Cruz del viejo mercado de Porto Alegre, al lado del negocio “Loja de la reforma agraria”, cuyo trabajo los lectores pueden conocer en esta misma edición, Graziano agregó que “los mercados financieros contaminan el comercio de materias primas”.

–¿La FAO es la responsable de impulsar el fin del hambre en el mundo? ¿Esa es su tarea?

–Bueno, lo que trato de hacer es recuperar las funciones originales de la FAO. Quiero volver al principio. En 1945, cuando fue creado el organismo, la misión era, justamente, terminar con el hambre en el mundo.

–Que obviamente no se cumplió.

–No, claro que no. El planeta progresó mucho en la producción de alimentos y al mismo tiempo sigue aumentando la cantidad de hambrientos. O sea que no es un problema de producción.

–Si el problema no es de producción, ¿de qué es?

–De acceso a los alimentos. Vamos a ver si el enorme trasatlántico que es la FAO tiene éxito en plantear bien y en ayudar a resolver la cuestión del acceso a los alimentos.

–¿De qué depende el acceso a la comida?

–Como en toda problemática de acceso que pueda existir en el mundo, lo principal es resolver la mala distribución del ingreso y de la renta. La FAO tiene que ver con la naturaleza y sobre todo con el agua, la tierra y los bosques. ¿Qué pasa con el uso del agua, la tierra y los bosques que los ciudadanos del mundo no acceden a los bienes que necesitan? Nosotros pensamos mucho en la tierra, pero también ocurre lo mismo con países que tienen problemas de acceso a los recursos marinos cuando no sólo tienen que comer del mar sino, tal vez, vivir del turismo. Son temas que estamos viendo a partir de que la FAO emitió lo que llama directrices voluntarias para el acceso a la tierra y a los recursos naturales.

–¿Hay problemas especiales, por ejemplo de la Argentina y Brasil, o de Sudamérica?

–En un informe que la FAO acaba de concluir, uno de los puntos importantes es cómo evitar el acaparamiento de tierras en manos de grandes empresas, extranjeras o nacionales. Es un problema de alto impacto en la Argentina y en Brasil. Cada zona tiene su dificultad específica. América latina tiene una buena institucionalidad y Africa todavía requiere de una legislación moderna. Pero fíjese que en América latina el problema de los límites a la extensión de tierras es tal que en general no se sabe cómo está registrada la propiedad de los terrenos. Uruguay está avanzando en este tema.

–La Argentina se propone mejorar los registros y el conocimiento en la última Ley de Tierras.

–¿No ve que es un tema? Si ni siquiera sabemos en serio lo que hay, ¿cómo podemos cambiar las cosas? ¿Cómo podemos usar esa información para promover a los que necesitan mejorar su acceso? ¿Cómo podemos ayudar a los pequeños agricultores?

Chicos y cooperativos

Graziano habla con fuerza cada vez mayor de los pequeños agricultores. Ayer, en su discurso en el Foro Social Mundial, habló de su compromiso en la formación de cooperativas agrarias como herramienta para combatir el hambre en el mundo. “La FAO necesita cooperativas y organizaciones de productores fuertes como socios clave en el esfuerzo para eliminar el hambre que sufren cerca de 925 millones de personas y responder a los numerosos desafíos del mundo de hoy”, dijo. Las informaciones de la FAO señalan la existencia de 800 millones de cooperativas rurales en el mundo, 300 de las cuales obtuvieron en 2008 beneficios por 1100 millones de dólares. Según Graziano, es preciso “localizar y divulgar las pruebas evidentes del impacto de las cooperativas y de las organizaciones de productores en la seguridad alimentaria a nivel mundial” y “fortalecer los lazos con estos grupos”.

Este año, 2012, fue establecido por la ONU como Año Internacional de las Cooperativas. De acuerdo con el pensamiento de Graziano, el cooperativismo reduce precios de insumos y estimula el ingreso y el empleo en general y entre los propios campesinos.

El director general de la FAO relaciona en todo momento la solidez que surge de la propia sociedad, y de la que sería un caso el florecimiento de pequeños productores y el resultado final de mayor estabilidad.

–Como mínimo desde de la crisis de Lehman Brothers de 2008, cuando los presidentes sudamericanos se reúnen suelen compartir su preocupación por la relación entre el mercado de granos y la especulación financiera.

–Es otro tema muy importante. Los mercados financieros contaminaron el comercio de commodities, de materias primas. Los mercados a futuro, que antes servían para anticipar el futuro, hoy marcan la medida de las altas y las bajas y amplifican la variación de precios. Si a esa amplificación usted le agrega la volatilidad tendrá delante suyo un grave problema.

–Un productor podría replicarle que un alta de precios no es un problema para él.

–Los productores no suelen ser los que plantean eso, porque saben que la agricultura necesita del planeamiento, la estabilidad, que a la larga es lo que más los beneficia. No se puede dejar que fluya solo el libre mercado. Por ese libre mercado un vendedor quizá quiera salvarse en el día, pero esa forma de pensar y actuar destruye una enorme cantidad de fuerzas económicas y sociales. Claro que si es un financista tratará de cuidarse contra la variación brusca a través de los seguros, y en ese cuidado distorsionará aún más la realidad y se distanciará de los productores, que no tienen acceso a los seguros y sólo quieren previsibilidad. ¿De qué le sirve al productor que el alza de una materia prima sea aguda y que la baja sea aguda? ¿En qué le mejora la vida que en la cadena de comercialización alguien quiera obtener diferencias en un día y para eso genere derivados financieros que contaminarán aún más la actividad agraria? Son partes de la actividad que interesan a los grandes intermediarios, pero no a los productores, y menos todavía a los productores pequeños.

–Usted diseñó el plan Hambre Cero que aplicó Lula desde 2003. ¿Cuál es su conclusión política, nueve años después?

–Que con movilización social y apoyo político se puede avanzar sin invertir grandes recursos financieros desde el Estado y que los avances son notables. El costo es muy pequeño frente a lo que se logra. Lula prometió algo tan sencillo como que los brasileños llegaran a tener garantizadas tres comidas diarias. Garantizarlas significa que bajen las enfermedades sociales, que los niños condenados a la muerte o al fracaso tengan futuro y pueden aprender en la escuela y que la sociedad genere bases sociales y políticas que le permitan alcanzar con solidez otras metas. Por ejemplo, Brasil tiene hoy menos criminalidad. ¿Acaso no hay relación entre la baja de la criminalidad y la solución progresiva del hambre? Los brasileños son hoy más optimistas que antes sobre su futuro. ¿Sabe lo importante que es eso? Cuando un pueblo es optimista puede construir, puede avanzar. Puede plantearse nuevas políticas sociales.

martin.granovsky@gmail.com

http://www.pagina12.com.ar/diario/economia/2-186212-2012-01-25.html

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